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O GIPA
O GIPA é um grupo de amigos que defende a cidadania e busca a inclusão social da pessoa Humana em todos os seguimentos da sociedade, atuando mais especificamente em defesa das pessoas com deficiência.
Francisco Carlos (Xico PcD) é Coordenador Presidente do “GIPA” Grupo Itinerante Pensando na Acessibilidade.
Francisco Carlos (Xico PcD) é Coordenador Presidente do “GIPA” Grupo Itinerante Pensando na Acessibilidade.
O conceito de acessibilidade está relacionado com a disponibilidade de oportunidades oferecidas ao indivíduo para o seu acesso à cidade, tanto para indivíduos em sãs condições físicas, quanto para indivíduos com necessidades especiais, enfim a população em geral que desfrutará desse acesso. A existência de barreiras físicas de acessibilidade ao espaço urbano acaba por impedir o deslocamento de pessoas com deficiência e outras que possuem dificuldades da locomoção. A acessibilidade deve ser vista como parte de uma política de mobilidade urbana que promova a inclusão social, a equiparação de oportunidades e o exercício da cidadania das pessoas com deficiência e idosos, com o respeito de seus direitos fundamentais. Esse espaço , tem como objetivo estimular e apoiar os governos municipais e estaduais a desenvolver ações que garantam a acessibilidade para pessoas com restrição de mobilidade aos sistemas de transportes, equipamentos urbanos e a circulação em áreas públicas. Campanhas de acessibilidade urbana vêm com o intuito de tirar o estigma da acessibilidade como sinônimo apenas de deficiência definitiva. A diversidade de situações em que a falta de acessibilidade prejudica o cidadão comum deve ser repassada. Quem nunca tropeçou em uma calçada? Quantas mulheres não têm problemas ao andar de salto alto em locais de calçamento irregular? Quem nunca teve dificuldade de se localizar em lugares mal sinalizados? O franquias baratas fato é que todos terão alguma deficiência na apropriação ou percepção do ambiente em algum momento da vida, e essas situações pequenas e cotidianas devem ser destacadas. A eliminação de barreiras na cidade junto com uma visão integrada com os transportes públicos deixaria o ambiente mais saudável, trazendo de volta, entre as pessoas, o prazer de utilizar as ruas e calçadas e a responsabilidade do setor privado junto à manutenção da qualidade do espaço público. Por isso venho aqui pedir a colaboração de todos para que esse espaço seja utilizado para apontar os pontos mais críticos com a falta de acessibilidade para que possamos elaborar uma proposta de política de acessibilidade para nossa Jacareí e apresentar aos presidentes de partidos para que seja incluído em seu plano de governo. Vamos nessa pessoal? "Precisamos promover a verdadeira inclusão social das pessoas com deficiência e facilitar a aquisição de acessórios e equipamentos, estimulando a igualdade de condições e contribuindo para o pleno exercício de sua cidadania”. O “GIPA” é um grupo de amigos que defende a cidadania e busca a inclusão social da pessoa humana em todos os seguimentos da sociedade, atuando mais especificamente em defesa das pessoas com deficiência. Francisco Carlos (Xico PcD) é coordenador presidente do “GIPA” grupo itinerante pensando na acessibilidade.
O conceito de acessibilidade está relacionado com a disponibilidade de oportunidades oferecidas ao indivíduo para o seu acesso à cidade, tanto para indivíduos em sãs condições físicas, quanto para indivíduos com necessidades especiais, enfim a população em geral que desfrutará desse acesso. A existência de barreiras físicas de acessibilidade ao espaço urbano acaba por impedir o deslocamento de pessoas com deficiência e outras que possuem dificuldades da locomoção. A acessibilidade deve ser vista como parte de uma política de mobilidade urbana que promova a inclusão social, a equiparação de oportunidades e o exercício da cidadania das pessoas com deficiência e idosos, com o respeito de seus direitos fundamentais. Esse espaço , tem como objetivo estimular e apoiar os governos municipais e estaduais a desenvolver ações que garantam a acessibilidade para pessoas com restrição de mobilidade aos sistemas de transportes, equipamentos urbanos e a circulação em áreas públicas. Campanhas de acessibilidade urbana vêm com o intuito de tirar o estigma da acessibilidade como sinônimo apenas de deficiência definitiva. A diversidade de situações em que a falta de acessibilidade prejudica o cidadão comum deve ser repassada. Quem nunca tropeçou em uma calçada? Quantas mulheres não têm problemas ao andar de salto alto em locais de calçamento irregular? Quem nunca teve dificuldade de se localizar em lugares mal sinalizados? O franquias baratas fato é que todos terão alguma deficiência na apropriação ou percepção do ambiente em algum momento da vida, e essas situações pequenas e cotidianas devem ser destacadas. A eliminação de barreiras na cidade junto com uma visão integrada com os transportes públicos deixaria o ambiente mais saudável, trazendo de volta, entre as pessoas, o prazer de utilizar as ruas e calçadas e a responsabilidade do setor privado junto à manutenção da qualidade do espaço público. Por isso venho aqui pedir a colaboração de todos para que esse espaço seja utilizado para apontar os pontos mais críticos com a falta de acessibilidade para que possamos elaborar uma proposta de política de acessibilidade para nossa Jacareí e apresentar aos presidentes de partidos para que seja incluído em seu plano de governo. Vamos nessa pessoal? "Precisamos promover a verdadeira inclusão social das pessoas com deficiência e facilitar a aquisição de acessórios e equipamentos, estimulando a igualdade de condições e contribuindo para o pleno exercício de sua cidadania”. O “GIPA” é um grupo de amigos que defende a cidadania e busca a inclusão social da pessoa humana em todos os seguimentos da sociedade, atuando mais especificamente em defesa das pessoas com deficiência. Francisco Carlos (Xico PcD) é coordenador presidente do “GIPA” grupo itinerante pensando na acessibilidade.
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Conceito de Acessibilidade
O conceito de acessibilidade está relacionado com a disponibilidade de oportunidades oferecidas ao indivíduo para o seu acesso à cidade, tanto para indivíduos em sãs condições físicas, quanto para indivíduos com necessidades especiais, enfim a população em geral que desfrutará desse acesso. A existência de barreiras físicas de acessibilidade ao espaço urbano acaba por impedir o deslocamento de pessoas com deficiência e outras que possuem dificuldades da locomoção. A acessibilidade deve ser vista como parte de uma política de mobilidade urbana que promova a inclusão social, a equiparação de oportunidades e o exercício da cidadania das pessoas com deficiência e idosos, com o respeito de seus direitos fundamentais. Esse espaço , tem como objetivo estimular e apoiar os governos municipais e estaduais a desenvolver ações que garantam a acessibilidade para pessoas com restrição de mobilidade aos sistemas de transportes, equipamentos urbanos e a circulação em áreas públicas. Campanhas de acessibilidade urbana vêm com o intuito de tirar o estigma da acessibilidade como sinônimo apenas de deficiência definitiva. A diversidade de situações em que a falta de acessibilidade prejudica o cidadão comum deve ser repassada. Quem nunca tropeçou em uma calçada? Quantas mulheres não têm problemas ao andar de salto alto em locais de calçamento irregular? Quem nunca teve dificuldade de se localizar em lugares mal sinalizados? O franquias baratas fato é que todos terão alguma deficiência na apropriação ou percepção do ambiente em algum momento da vida, e essas situações pequenas e cotidianas devem ser destacadas. A eliminação de barreiras na cidade junto com uma visão integrada com os transportes públicos deixaria o ambiente mais saudável, trazendo de volta, entre as pessoas, o prazer de utilizar as ruas e calçadas e a responsabilidade do setor privado junto à manutenção da qualidade do espaço público. Por isso venho aqui pedir a colaboração de todos para que esse espaço seja utilizado para apontar os pontos mais críticos com a falta de acessibilidade para que possamos elaborar uma proposta de política de acessibilidade para nossa Jacareí e apresentar aos presidentes de partidos para que seja incluído em seu plano de governo. Vamos nessa pessoal? "Precisamos promover a verdadeira inclusão social das pessoas com deficiência e facilitar a aquisição de acessórios e equipamentos, estimulando a igualdade de condições e contribuindo para o pleno exercício de sua cidadania”. O “GIPA” é um grupo de amigos que defende a cidadania e busca a inclusão social da pessoa humana em todos os seguimentos da sociedade, atuando mais especificamente em defesa das pessoas com deficiência. Francisco Carlos (Xico PcD) é coordenador presidente do “GIPA” grupo itinerante pensando na acessibilidade.
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DEXA NOIS ANDA
A Deficiência Física traz consigo diversas conseqüências, tais como o enfrentamento das barreiras arquitetônicas e a falta de acessibilidade causada por elas. As barreiras arquitetônicas podem ser traduzidas como centímetros intransponíveis do mundo civilizado, acarretando inúmeras dificuldades aos cadeirantes, nos mostrando de fato que por menor que seja o obstáculo, impede-os de ir e vir, tirando-lhes a liberdade nas suas escolhas. O objetivo desta pesquisa foi relatar as barreiras arquitetônicas enfrentadas por dois deficientes físicos cadeirantes, dentro e ao redor de uma escola e contextualizar as principais dificuldades que estes indivíduos vêm enfrentando em seu dia a dia para chegar à escola e às práticas das aulas de Educação Física. Participaram desta pesquisa um ex-aluno e uma aluna atual da referida escola, ambos com deficiência física com os quais foi feita uma entrevista. As barreiras arquitetônicas influenciam a vida deles dentro da escola como ao seu redor, devido à presença de degraus e meio fios sem rampas, junto às imperfeições das calçadas, causam transtornos maiores, impedindo-os de almejar futuros prósperos.Com isso, antes de conhecer as adaptações cabíveis em relação à prática da Educação Física, é importante conhecer as limitações resultantes de cada tipo de deficiência, de forma a perceber as necessidades específicas do aluno e atendê-las corretamente, devendo então saber mais sobre eles para atingir o objetivo das aulas no decorrer do ano. O ambiente escolar se apresenta um tanto não acolhedor em termos de acesso no espaço físico, porém de receptividade inquestionável, demonstrando que com dedicação de todos, à inclusão deixa de ser mito e se torna realidade. Com o intuito na ampliação do conhecimento, o ato de pensar na maneira coletiva, conhecendo a realidade desta pequena proporção da sociedade, dos deficientes físicos, traz ganhos enriquecedores à vida.

Infelizmente a cidade de Jacareí, deixa muito a desejar quando se fala em acessibilidade e inclusão social dos portadores de necessidades especiais; não se tem infraestrutura adequada em relação a transporte e nem para circulação em nossas calçadas que são todas irregulares e quando há rampa de acesso está tem um angulo ingrime que se o cadeirante não tiver equipamento anti-tombo ele vira a cadeira; os ônibus são raros os que os elevadores funcionam; um descaso de nossas autoridades.
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