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O GIPA

O GIPA é um grupo de amigos que defende a cidadania e busca a inclusão social da pessoa Humana em todos os seguimentos da sociedade, atuando mais especificamente em defesa das pessoas com deficiência.
Francisco Carlos (Xico PcD) é Coordenador Presidente do “GIPA” Grupo Itinerante Pensando na Acessibilidade.
O conceito de acessibilidade está relacionado com a disponibilidade de oportunidades oferecidas ao indivíduo para o seu acesso à cidade, tanto para indivíduos em sãs condições físicas, quanto para indivíduos com necessidades especiais, enfim a população em geral que desfrutará desse acesso. A existência de barreiras físicas de acessibilidade ao espaço urbano acaba por impedir o deslocamento de pessoas com deficiência e outras que possuem dificuldades da locomoção. A acessibilidade deve ser vista como parte de uma política de mobilidade urbana que promova a inclusão social, a equiparação de oportunidades e o exercício da cidadania das pessoas com deficiência e idosos, com o respeito de seus direitos fundamentais. Esse espaço , tem como objetivo estimular e apoiar os governos municipais e estaduais a desenvolver ações que garantam a acessibilidade para pessoas com restrição de mobilidade aos sistemas de transportes, equipamentos urbanos e a circulação em áreas públicas. Campanhas de acessibilidade urbana vêm com o intuito de tirar o estigma da acessibilidade como sinônimo apenas de deficiência definitiva. A diversidade de situações em que a falta de acessibilidade prejudica o cidadão comum deve ser repassada. Quem nunca tropeçou em uma calçada? Quantas mulheres não têm problemas ao andar de salto alto em locais de calçamento irregular? Quem nunca teve dificuldade de se localizar em lugares mal sinalizados? O franquias baratas fato é que todos terão alguma deficiência na apropriação ou percepção do ambiente em algum momento da vida, e essas situações pequenas e cotidianas devem ser destacadas. A eliminação de barreiras na cidade junto com uma visão integrada com os transportes públicos deixaria o ambiente mais saudável, trazendo de volta, entre as pessoas, o prazer de utilizar as ruas e calçadas e a responsabilidade do setor privado junto à manutenção da qualidade do espaço público. Por isso venho aqui pedir a colaboração de todos para que esse espaço seja utilizado para apontar os pontos mais críticos com a falta de acessibilidade para que possamos elaborar uma proposta de política de acessibilidade para nossa Jacareí e apresentar aos presidentes de partidos para que seja incluído em seu plano de governo. Vamos nessa pessoal? "Precisamos promover a verdadeira inclusão social das pessoas com deficiência e facilitar a aquisição de acessórios e equipamentos, estimulando a igualdade de condições e contribuindo para o pleno exercício de sua cidadania”. O “GIPA” é um grupo de amigos que defende a cidadania e busca a inclusão social da pessoa humana em todos os seguimentos da sociedade, atuando mais especificamente em defesa das pessoas com deficiência. Francisco Carlos (Xico PcD) é coordenador presidente do “GIPA” grupo itinerante pensando na acessibilidade.clique aqui
O conceito de acessibilidade está relacionado com a disponibilidade de oportunidades oferecidas ao indivíduo para o seu acesso à cidade, tanto para indivíduos em sãs condições físicas, quanto para indivíduos com necessidades especiais, enfim a população em geral que desfrutará desse acesso. A existência de barreiras físicas de acessibilidade ao espaço urbano acaba por impedir o deslocamento de pessoas com deficiência e outras que possuem dificuldades da locomoção. A acessibilidade deve ser vista como parte de uma política de mobilidade urbana que promova a inclusão social, a equiparação de oportunidades e o exercício da cidadania das pessoas com deficiência e idosos, com o respeito de seus direitos fundamentais. Esse espaço , tem como objetivo estimular e apoiar os governos municipais e estaduais a desenvolver ações que garantam a acessibilidade para pessoas com restrição de mobilidade aos sistemas de transportes, equipamentos urbanos e a circulação em áreas públicas. Campanhas de acessibilidade urbana vêm com o intuito de tirar o estigma da acessibilidade como sinônimo apenas de deficiência definitiva. A diversidade de situações em que a falta de acessibilidade prejudica o cidadão comum deve ser repassada. Quem nunca tropeçou em uma calçada? Quantas mulheres não têm problemas ao andar de salto alto em locais de calçamento irregular? Quem nunca teve dificuldade de se localizar em lugares mal sinalizados? O franquias baratas fato é que todos terão alguma deficiência na apropriação ou percepção do ambiente em algum momento da vida, e essas situações pequenas e cotidianas devem ser destacadas. A eliminação de barreiras na cidade junto com uma visão integrada com os transportes públicos deixaria o ambiente mais saudável, trazendo de volta, entre as pessoas, o prazer de utilizar as ruas e calçadas e a responsabilidade do setor privado junto à manutenção da qualidade do espaço público. Por isso venho aqui pedir a colaboração de todos para que esse espaço seja utilizado para apontar os pontos mais críticos com a falta de acessibilidade para que possamos elaborar uma proposta de política de acessibilidade para nossa Jacareí e apresentar aos presidentes de partidos para que seja incluído em seu plano de governo. Vamos nessa pessoal? "Precisamos promover a verdadeira inclusão social das pessoas com deficiência e facilitar a aquisição de acessórios e equipamentos, estimulando a igualdade de condições e contribuindo para o pleno exercício de sua cidadania”. O “GIPA” é um grupo de amigos que defende a cidadania e busca a inclusão social da pessoa humana em todos os seguimentos da sociedade, atuando mais especificamente em defesa das pessoas com deficiência. Francisco Carlos (Xico PcD) é coordenador presidente do “GIPA” grupo itinerante pensando na acessibilidade.clique aqui

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Conceito de Acessibilidade

O conceito de acessibilidade está relacionado com a disponibilidade de oportunidades oferecidas ao indivíduo para o seu acesso à cidade, tanto para indivíduos em sãs condições físicas, quanto para indivíduos com necessidades especiais, enfim a população em geral que desfrutará desse acesso. A existência de barreiras físicas de acessibilidade ao espaço urbano acaba por impedir o deslocamento de pessoas com deficiência e outras que possuem dificuldades da locomoção. A acessibilidade deve ser vista como parte de uma política de mobilidade urbana que promova a inclusão social, a equiparação de oportunidades e o exercício da cidadania das pessoas com deficiência e idosos, com o respeito de seus direitos fundamentais. Esse espaço , tem como objetivo estimular e apoiar os governos municipais e estaduais a desenvolver ações que garantam a acessibilidade para pessoas com restrição de mobilidade aos sistemas de transportes, equipamentos urbanos e a circulação em áreas públicas. Campanhas de acessibilidade urbana vêm com o intuito de tirar o estigma da acessibilidade como sinônimo apenas de deficiência definitiva. A diversidade de situações em que a falta de acessibilidade prejudica o cidadão comum deve ser repassada. Quem nunca tropeçou em uma calçada? Quantas mulheres não têm problemas ao andar de salto alto em locais de calçamento irregular? Quem nunca teve dificuldade de se localizar em lugares mal sinalizados? O franquias baratas fato é que todos terão alguma deficiência na apropriação ou percepção do ambiente em algum momento da vida, e essas situações pequenas e cotidianas devem ser destacadas. A eliminação de barreiras na cidade junto com uma visão integrada com os transportes públicos deixaria o ambiente mais saudável, trazendo de volta, entre as pessoas, o prazer de utilizar as ruas e calçadas e a responsabilidade do setor privado junto à manutenção da qualidade do espaço público. Por isso venho aqui pedir a colaboração de todos para que esse espaço seja utilizado para apontar os pontos mais críticos com a falta de acessibilidade para que possamos elaborar uma proposta de política de acessibilidade para nossa Jacareí e apresentar aos presidentes de partidos para que seja incluído em seu plano de governo. Vamos nessa pessoal? "Precisamos promover a verdadeira inclusão social das pessoas com deficiência e facilitar a aquisição de acessórios e equipamentos, estimulando a igualdade de condições e contribuindo para o pleno exercício de sua cidadania”. O “GIPA” é um grupo de amigos que defende a cidadania e busca a inclusão social da pessoa humana em todos os seguimentos da sociedade, atuando mais especificamente em defesa das pessoas com deficiência. Francisco Carlos (Xico PcD) é coordenador presidente do “GIPA” grupo itinerante pensando na acessibilidade.

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quarta-feira, 28 de março de 2012

DEFICIÊNCIA FÍSICA E BARREIRAS ARQUITETÔNICAS: REFLEXÕES SOBRE A PRÁTICA DA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR.


Nakal Laurenço Fortunato da Silva
Raphael da Silva Baret
Acadêmicos do Curso de Educação Física da Universidade Católica Dom Bosco (UCDB)
Sarita de Mendonça Bacciotti
Licenciatura em Educação Física pela Universidade Estadual de São Paulo
Especialização em Atividade Física Adaptada e Saúde pela Universidade Gama Filho
Mestrado em Ciências da Saúde pela Universidade de Brasília
Docente do Curso de Educação Física pela Universidade Católica Dom Bosco
Resumo:
A Deficiência Física traz consigo diversas conseqüências, tais como o enfrentamento das barreiras arquitetônicas e a falta de acessibilidade causada por elas. As barreiras arquitetônicas podem ser traduzidas como centímetros intransponíveis do mundo civilizado, acarretando inúmeras dificuldades aos cadeirantes, nos mostrando de fato que por menor que seja o obstáculo, impede-os de ir e vir, tirando-lhes a liberdade nas suas escolhas. O objetivo desta pesquisa foi relatar as barreiras arquitetônicas enfrentadas por dois deficientes físicos cadeirantes, dentro e ao redor de uma escola e contextualizar as principais dificuldades que estes indivíduos vêm enfrentando em seu dia a dia para chegar à escola e às práticas das aulas de Educação Física. Participaram desta pesquisa um ex-aluno e uma aluna atual da referida escola, ambos com deficiência física com os quais foi feita uma entrevista. As barreiras arquitetônicas influenciam a vida deles dentro da escola como ao seu redor, devido à presença de degraus e meio fios sem rampas, junto às imperfeições das calçadas, causam transtornos maiores, impedindo-os de almejar futuros prósperos.Com isso, antes de conhecer as adaptações cabíveis em relação à prática da Educação Física, é importante conhecer as limitações resultantes de cada tipo de deficiência, de forma a perceber as necessidades específicas do aluno e atendê-las corretamente, devendo então saber mais sobre eles para atingir o objetivo das aulas no decorrer do ano. O ambiente escolar se apresenta um tanto não acolhedor em termos de acesso no espaço físico, porém de receptividade inquestionável, demonstrando que com dedicação de todos, à inclusão deixa de ser mito e se torna realidade. Com o intuito na ampliação do conhecimento, o ato de pensar na maneira coletiva, conhecendo a realidade desta pequena proporção da sociedade, dos deficientes físicos, traz ganhos enriquecedores à vida.
Palavras chave: Deficientes Físicos (Cadeirantes); Barreiras Arquitetônicas; Educação Física.
Introdução
Apesar de as leis que regem nosso país indicarem boas perspectivas a respeito da acessibilidade na inclusão das pessoas com deficiência, nem sempre essa legislação é posta em prática. Além disso, muitas pessoas não têm os conhecimentos necessários a respeito do assunto e nem se percebem da importância do mesmo. Existe, portanto, uma desvalorização da pessoa com deficiência perante a sociedade, que não compreende suas necessidades.
A acessibilidade é de grande importância para toda a sociedade, e está relacionada com condições viáveis de mobilidade disponíveis e a oportunidade de acesso oferecida aos indivíduos, tanto para pessoas que não têm uma deficiência física ou para indivíduos que tenham alguma limitação. Enfim, não somente a pessoa com deficiência, mas sim toda a população desfruta no dia-a-dia do acesso a locais públicos, de lazer, entre outros.
Além das Barreiras Arquitetônicas enfrentadas pelos cadeirantes (pessoas que se utilizam da cadeira de rodas para se locomoverem) existe também a barreira da rejeição exercida pela sociedade, que esquece que todos são seres humanos e cada um tem seu limite. Sendo assim, é importante que o professor de Educação Física tenha uma melhor orientação, que desperte nele o interesse de conhecer cada aluno e/ou grupo com o qual trabalha.
A população de maneira geral não sabe como tratar a pessoas com deficiência e tampouco utiliza as nomenclaturas mais atuais da área. Isso se processa também nas escolas com o corpo docente. Segundo Sassaki (2003) não existe um único termo correto para se nomear uma pessoa com deficiência, pois a cada época a terminologia apresenta-se compatível com valores vigentes da sociedade, fazendo com que estes termos evoluam, influenciando o tratamento que as pessoas sem deficiência possuem em relação às pessoas com este ou aquele tipo de deficiência. Sendo assim, estaremos utilizando o termo Deficiente Físico e cadeirante ao longo deste artigo.
Se pararmos para pensar na Educação Física em âmbito escolar, nos depararemos com grupos heterogêneos, alunos com diferentes níveis de habilidade, capacidade, necessidades e expectativas, com diferenças sociais, de crenças ou mesmo afetivas, o que também será encontrado em grupos que tenham pessoas com Deficiência Física.
Sendo assim, o objetivo desta pesquisa foi relatar as barreiras arquitetônicas enfrentadas pelos Deficientes Físicos, especificamente cadeirantes e contextualizar as principais dificuldades que estes indivíduos vêm enfrentando em seu dia a dia para chegar à escola e às práticas das aulas de Educação Física.
Para tanto foi desenvolvida uma pesquisa qualitativa na Escola Municipal Professora Elizabel Maria Gomes Salles e seus arredores. Participam desta pesquisa um ex-aluno e uma aluna atual da referida escola, ambos com deficiência física. O instrumento utilizado para coleta de dados foi à entrevista semi-estruturada aplicada aos cadeirantes e a observação sistemática do espaço físico escolar.
Os dados obtidos com as entrevistas e apreendidos nas observações foram submetidos à análise de conteúdo realizando abordagem dentro da realidade, no qual deixamos registrados dados e reflexões que possibilitem ao deficiente físico lutar por uma melhor qualidade de vida. Pessoas, essas que pelo fato de terem esta deficiência, passam por diversas dificuldades e nos levam a pensar sobre valores adquiridos na sociedade.

Deficiência Física e Barreiras Arquitetônicas

A sociedade da qual fazemos parte, e somos célula integrante, não deve resumir-se a elementos de inclusão ou exclusão, pois somos igualmente importantes e de expressão única. Hoje em dia é necessário agregar valores à vida, tornando-se importante entender o deficiente físico em seu contexto, nunca isoladamente, pois assim poderá entendê-lo melhor. Conhecê-lo é primordial, para que o profissional esteja apto no desenvolvimento de suas atividades e compreenda suas dificuldades.
Existem origens diferentes da Deficiência Física, sendo as de origem Ortopédica envolve ossos, músculos e articulações e as de origem Neurológica estão relacionadas a problemas que afetam o sistema nervoso central (cérebro e medula) por alguma deteriorização ou lesão (WINNICK, 2004).
Para WINNICK (2004) exemplos de Deficiência Física de origem ortopédica são as amputações e a Distrofia Muscular Progressiva na qual ocorre uma degeneração progressiva do tecido muscular. No Sistema Nervoso Central (SNC) pode ocorrer a Paralisia Cerebral (PC), o Acidente Vascular Cerebral (AVC), Traumatismo Crânio Encefálico (TCE).
O Decreto número 5.296 de 2 de Dezembro de 2004 regulamenta as Leis números 10.048 (de 8 de novembro de 2000), que dá prioridade de atendimento às pessoas que especifica, e 10.098 (de 19 de dezembro de 2000), que estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida, e dá outras providências.
§ 1o Considera-se, para os efeitos deste Decreto:
I - pessoa portadora de deficiência, além daquelas previstas na Lei no 10.690, de 16 de junho de 2003, a que possui limitação ou incapacidade para o desempenho de atividade e se enquadra nas seguintes categorias:
Deficiência Física: alteração completa ou parcial de um ou mais segmentos do corpo humano, acarretando o comprometimento da função física, apresentando-se sob a forma de paraplegia, paraparesia, monoplegia, monoparesia, tetraplegia, tetraparesia, triplegia, triparesia, hemiplegia, hemiparesia, ostomia, amputação ou ausência de membro, paralisia cerebral, nanismo, membros com deformidade congênita ou adquirida, exceto as deformidades estéticas, e as que não produzam dificuldades para o desempenho de funções.
A Deficiência Física traz consigo diversas conseqüências, como o enfrentamento das barreiras e a falta de acessibilidade causada por elas. Barreiras estas, que vão desde barreiras sociais até barreiras físicas do ambiente, que chamamos de Barreiras Arquitetônicas. A presença dessas barreiras impede o indivíduo de circular livremente pelos espaços, ou seja, tem dificultada a sua acessibilidade, evidenciando no contexto que barreiras arquitetônicas são superadas freqüentemente pelos Deficientes Físicos em seu trajeto da residência à escola e até a prática das aulas Educação Física.
De acordo com o CENSO (IBGE, 2000) quase 25 milhões de brasileiros têm pelo menos uma deficiência, sendo preciso desenvolver soluções que contribuam para que muitos cidadãos possam ter acesso cada vez mais a serviços públicos. Pode-se então concluir que a acessibilidade é uma necessidade de legitima importância dos Deficientes Físicos, uma questão de justiça social em sintonia com políticas públicas, e adequação às nossas leis e às diretrizes vigentes em nosso país.
Segundo a Legislação sobre os Direitos da Pessoa com Deficiência (BRASIL. 2005), algumas conquistas merecem destaque, embora tímidas, em relação aos direitos de cidadania no atendimento a deficientes dentre estas, mudanças de atitude da sociedade, maior sensibilização do poder público para a prestação de serviços especializados, acessibilidade, abertura do mercado de trabalho e melhoria das respostas educativas.
A acessibilidade está diretamente ligada ao problema das barreiras arquitetônicas, que impedem de diversas formas o acesso físico a diversos locais. É definida pela Lei n. 10.098/2000 como “qualquer entrave/obstáculo que limite ou impeça o acesso, a liberdade de movimento e a circulação com segurança das pessoas”, e podem ser classificadas em “arquitetônicas urbanísticas” (as existentes nas vias públicas e nos espaços de uso público), “arquitetônicas na edificação” (as existentes no interior dos edifícios públicos e privados), “arquitetônicas nos transportes” (as existentes nos meios de transportes) e “barreiras nas comunicações” (qualquer entrave/obstáculo que dificulte ou impossibilite a expressão, o recebimento de mensagens por intermédio dos meios ou sistemas de comunicação) (BRASIL, 2000).
Barreiras Arquitetônicas são centímetros intransponíveis do mundo civilizado, acarretando inúmeras dificuldades que assolam o pensamento, pois de fato é que por menor que seja o obstáculo, impede-os de ir e vir com liberdade nas suas escolhas.
A Constituição Federal descreve expressamente o direito à igualdade no Artigo 5º, e trata, nos Artigos 205 e seguintes, do direito de TODOS à educação. Esse direito deve visar o pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho (Art. 205) e elege como um dos princípios para o ensino, a igualdade de condições de acesso e permanência na escola (Art. 206, inc. I), acrescentando que o dever do Estado com a educação será efetivado mediante a garantia de acesso aos níveis mais elevados do ensino, da pesquisa e da criação artística, segundo a capacidade de cada um (art. 208, V).
Na Coletânea da Legislação sobre os Direitos da Pessoa Com Deficiência (2005) encontramos a seguinte fala:
A proteção das pessoas com deficiência passou a integrar as normas constitucionais brasileiras apenas recentemente, na Constituição Federal de 1988. O artigo 208, III, da Constituição Brasileira determina o atendimento educacional especializado aos alunos com deficiência, preferencialmente na rede regular de ensino. A educação especial, que tradicionalmente abriga as pessoas com deficiência, condutas típicas (psicoses, hiperatividade, etc.) e super dotação, segue também os pressupostos formulados pela lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (lei n. o 9.394, de 20/12/1996) e é acolhida pelo Estatuto da Criança e do Adolescente. Esses instrumentos devem ser utilizados tanto pela criança com necessidades educacionais especiais, como por todos os alunos.
Portanto, o aluno com Deficiência Física deve ser tratado como os outros alunos, pois a deficiência é uma de suas características que o faz tão diferente quanto os demais alunos.
Improvisação ou cautela? Será que profissional de Educação Física tem conhecimento e entendimento do termo acessibilidade e sua relação com a importância da inclusão? De maneira geral, as pessoas em sua maioria não convivem com Deficientes Físicos. Sendo assim, as soluções que deve haver para a questão, é mostrar em atos de integração, socialização e inclusão para que o deficiente físico se desenvolva dentro da normalidade do cotidiano habitual que a vida simplesmente a oferece.
Sabemos de fato que não há um método ideal para se promover a inclusão e a acessibilidade, mas buscar alternativas acredita-se ser um bom começo e para que isso ocorra, no entanto, devemos pôr na consciência de cada um que apesar de tomarmos atitudes diferentes, estamos sempre na busca de viver bem em harmonia, na busca da felicidade, e tratar a todos, independentes de raça, crença, e ou deficiência de maneira igualitária. Essa forma de agir pode se tornar o início de novos tempos, o da inclusão.
Silva (2006) considera as barreiras arquitetônicas como os maiores empecilhos para a deficiência física que fazem uso de cadeira de rodas, bengalas ou muletas para se locomoverem. Para o autor tais barreiras nem sempre são voluntárias, mas sem dúvida, são frutos do imenso descaso e da não obediência às leis vigentes.
Antes de conhecer as adaptações cabíveis em relação à prática da Educação Física, é importante conhecer as limitações resultantes de cada tipo de deficiência, de forma a perceber as necessidades específicas do aluno e atendê-las corretamente, devendo então saber mais sobre eles para atingir o objetivo das aulas no decorrer do ano.
Para Rodrigues (2001) a Escola Universal foi criada para dar educação básica a todos e à quais todos deveriam ter acesso. A escola pública tradicional desenvolveu práticas e valores que progressivamente contribuíram para acentuar as diferenças entre os alunos e que colocaram precocemente fora da corrida da aquisição de competência largos estratos da população escolar. Assim, o insucesso escolar, o abandono da escola, os problemas de disciplina, a rigidez dos currículos, entre outros, fizeram com que a escola que deveria integrar e acolher todos se tornasse um instrumento de seleção que, em muitos casos, acentua as diferenças culturais e de características e capacidades pessoais dos alunos eram deficientes.
Segundo Mantoan (2003) no contexto da integração a escola não muda como um todo, mas os alunos têm de mudar para se adaptarem às suas exigências. Já a inclusão, questiona não somente as políticas e a organização da educação especial e da educação regular, mas também o próprio conceito de integração, que prevê a modificação dos alunos em relação às escolas regulares. Assim, a inclusão questiona a inserção dos alunos sem exceção, com deficiência ou não, nas escolas regulares de forma radical, completa e sistemática.
No contexto inicial da integração, que podemos considerar como o primeiro indicativo para inclusão, os alunos com deficiência foram para as escolas regulares e ficaram mantidos dentro delas, porém nem sempre aproveitando da melhor forma do ambiente escolar.
Para a inclusão do aluno deficiente físico na escola, deve-se verificar toda uma formação do corpo docente para receber este aluno, conhecendo-o primeiramente e planejando as aulas, tendo discussões para adaptação da aula se houver necessidade, pois ele tem seus limites e estes devem ser respeitados.
Segundo Bueno e Resa (1995) citados por Cidade e Freitas (2002), a educação física adaptada para deficientes não é diferenciada do conteúdo dado nas aulas de educação física, mas compreende de técnicas, métodos, que pode ser aplicados nas aulas, com planejamento, visando atender as necessidades dos seus alunos.
A educação brasileira, ao se esforçar para dar conta do desafio da inclusão, vem propondo formas educacionais alternativas para a concretização da igualdade. E é dessa forma que a presença dos alunos com deficiência na escola contribui para que a mesma se adapte e se prepare, modificando inclusive a visão em relação ao aluno com deficiência, percebendo-o como uma pessoa que tem os mesmos direitos de usufruir da escola como as outras crianças (CIDADE E FREITAS, 2002).
Muitas vezes a escola exclui pelo simples fato de não saber como lidar com a situação. Essa novidade “ter um aluno com deficiência na escola” faz com que a mesma busque o preparo e as alternativas para atender sua clientela, seja ela formada por pessoas com deficiência ou não.
Cidade e Freitas (2002) consideram que os professores têm que estar cientes do conhecimento básico do aluno como tipo de deficiência, idade em que apareceu a deficiência, se é repentina ou gradativa, tanto quanto se é transitória ou permanente, quais são as estruturas prejudicadas, no entanto o que há é a falta de profissionais que tenham essa dedicação em especial com o deficiente. Para ele, o educador deve conhecer também alguns aspectos do desenvolvimento humano, os autores falam sobre os aspectos biológicos, físico, sensoriais, neurológicos, cognitivo, motor, interação social e afetivo-emocional.
O professor de educação física em suas aulas práticas que envolva a inclusão do deficinte físico deverá ter atuação proximal ao aluno, o que condiz com Cidade e Freitas (2002) que afirma, o professor deverá prestar ajuda ao aluno para executar o movimento, utilizando amais adequada à situação, seja ela verbal ou por demonstração. Porem em alguns casos, quando os deficientes físicos são mais comprometidos ou à medida que aumente a complexidade da resposta motora a, para ele, ajuda manual ou mecânïca poderá ser necessária.
A realidade das barreiras arquitetônicas
As barreiras arquitetônicas influenciam a vida de todos, uns mais, outros menos, e no caso dos deficientes físicos, especificamente os cadeirantes, este tipo de transtorno é bem maior, chegando a impedi-los de almejar futuros prósperos. Em entrevista a dois cadeirantes que tem conhecimento da escola observada, obtivemos relatos que intensificam ainda mais a necessidade de mudança.
O cadeirante entrevistado apresenta distrofia muscular progressiva, que com ausência de movimento causa um aumento da atrofia (fig.1.). Parou de estudar na quinta série do ensino fundamental, devido falta de alguém que pudesse auxiliá-lo a levar na escola.
S
Fig.1. Ronaldo, 33 anos, cadeirante.
ente se capaz de realizar várias tarefas e o ambiente que o rodeia é amigável, gosta de desenhar e em seus poucos anos que conviveu dentro da escola nos relatou que teve dificuldades em se manter estudando. Dentre as dificuldades apontadas por ele, uma foi à falta de companheirismo que o levasse e que em dias de chuva e ausência de asfalto, era obrigado a ficar em casa ou enfrentar ruas enlameadas, tombos e quebra da cadeira de rodas em seu trajeto para a escola. Nas aulas de Educação Física disse que o profissional o entendia muito bem, sabendo aceitar suas limitações, porem a acessibilidade dentro da escola não condizia com suas reais necessidades.
Segundo a Norma Brasileira 9050 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT/NBR 9050, 1994), propondo acessibilidade no ambiente construído, proporcionam condições de mobilidade, com liberdade e confiança, suprindo as barreiras arquitetônicas e urbanísticas das cidades, dos edifícios, dos meios de transporte e de comunicação. E não se limitando somente ao ambiente construído, devido a Constituição Brasileira artigo 208 afirmando que é garantido o atendimento educacional aos portadores de deficiência, preferencialmente, na rede regular de ensino.
Para tanto, seus relatos nos mostraram que mudanças foram feitas ao longo dos anos, mas ainda não retrata com o que a lei afirma. Fato é que a escola esta aberta a todos, porém o núcleo que a integra não se apresenta capacitado a receber alunos deficientes. Relatos a seguir, junto a fotos nos dizem as condições existentes hoje.
A cadeirante entrevistada apresenta paralisia cerebral, não sabendo se foi desde o nascimento ou pelo fato de ter sido internada com parada respiratória aos dois meses de vida, ainda na incubadora. Uma criança com inúmeras barreiras a ultrapassar.
N
Fig.2. Percurso inicial percorrido pela cadeirante.
o transpor das ruas até a escola observamos as inúmeras dificuldades que a entrevistada tem de superar para que tenha uma educação escolar. Em seu trajeto até a escola percorre caminhos de pedra solta (fig.2), adentra asfalto sem calçada, e a falta de rampas ao acesso de algumas, sendo obrigada a enfrentar motoristas que pouco demonstra respeito, (fig.3.).
Fig.3. Falta de calçada, percurso feito pela rua.
Notamos dentro da escola pouca adaptação ao deficiente físico, hostilizando assim sua presença, ou seja, o ambiente não é acolhedor em termos de acesso no espaço físico, como mostra as figuras 4, 5 e 6 a seguir. O acesso a quase todos os locais da escola é feito por meio de degraus.


Fig.4. Barreira arquitetônica presente na entrada.
Fig.5. Degrau no caminho para ir e vir das quadras esportivas.
Fig.6. Quadra descoberta e nenhum acesso.
Na escola, todos que ali transitam mostram aceitação sem preconceito, manifestando carinho, atenção, compreensão e incentivo a ela.
A escola dispõe de três bebedouros que não condizem com a realidade da cadeirante (fig.7, 8 e 9). O banheiro feminino teve a porta de entrada ampliada para que a cadeira de rodas passe, porém em seu interior nada foi feito, com isso ela necessita de ajuda para sentar-se no vaso sanitário.
A
Fig.8. Bebedouro 2.
Fig.9. Bebedouro 3.
Fig.7. Bebedouro 1.
cadeirante tem participação nas atividades de Educação Física com os outros alunos, porém seu acesso à quadra esportiva é raro, devido a pouca higienização do ambiente e a falta de acesso (figs. 4 e 5). Ela fica em uma sala de recreação com as crianças que não participam da aula prática na quadra, tendo acompanhamento de uma funcionaria da escola, que por sua vez não possui entendimento claro de como trabalhar com deficiente. Além das atividades escolares, a aluna participa de um projeto na escola Licurgo, onde sua locomoção é feito de vã, e tem acompanhamento fisioterápico na Universidade Católica Dom Bosco uma vez na semana onde se utiliza do ônibus. A cadeirante demonstra ser atenciosa e gentil, já sua mãe, um pouco receosa.
No bairro em que foi realizada a pesquisa, foram observados diversos fatores que influenciam diretamente esta parcela minoritária da sociedade. Que fatores são estes? Foi constatado que o ambiente que os rodeia, ou seja, a cidade em si, não só apenas o bairro, apresenta quantidades significativas de obstáculos a serem transpostos pelos cadeirantes, e que para haver uma diminuição ou eliminação destas barreiras arquitetônicas, se faz preciso mudar não só o espaço físico, mas agir na mente, no consciente de cada cidadão.
Este contexto observado está de acordo com Silva (2006) que faz uma exposição fundamental a respeito das Barreiras Arquitetônicas, colocando-as como os maiores obstáculos para a Deficiência Física para que façam uso de cadeira de rodas, bengalas ou muletas para transportar-se para outro lugar. Essas barreiras que demonstram ser fruto do imenso descaso de todos, porém podem surgir de obras da natureza.
A escola é um ambiente voltado para a qualidade no atendimento a todos os que necessitam dos serviços, valorizando o respeito ao indivíduo e proporcionando oportunidades para que cada um se desenvolva dentro de suas potencialidades.
Deficientes Físicos necessitam de profissionais comprometidos, que gostam do que fazem e que se sensibilizem com as dificuldades das pessoas com deficiência. Portanto, o profissional de Educação Física tem que exerce um papel de cidadão que se preocupa com o bem de todos em benefício à saúde, e quando há a presença de deficiente físico em suas aulas, que ele dê a coerência na didática de ensino, observando as dificuldades sem negligenciar os fatos, para que possa reinvidicar melhorias na inclusão dentro da escola.
Segundo a Norma Brasileira 9050 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT/NBR 9050, 1994), propondo acessibilidade no ambiente construído, proporcionam condições de mobilidade, com liberdade e confiança, suprindo as barreiras arquitetônicas e urbanísticas das cidades, dos edifícios, dos meios de transporte e de comunicação. E não se limitando somente ao ambiente construído, devido a Constituição Brasileira artigo 208 afirmando que é garantido o atendimento educacional aos portadores de deficiência, preferencialmente, na rede regular de ensino.
Conclusão
Os Deficientes Físicos demonstraram medo e impaciência ao se depararem com as irregularidades que assolam seu caminho. São caminhos percorridos cheios de buracos, que os obrigam a invadirem a rua, andando na contramão do trânsito, bem perto dos veículos.
Nas visitas feitas à escola, podemos constatar inadequações na estrutura física, o que vem a causar transtorno a cadeirante que ali está inserido. A presença de barreiras arquitetônicas, tais como a falta de rampas ou a colocação em locais indevidos, bebedouros em dimensões irregulares, de carteiras impróprias, de banheiro pouco acessível, fazem com que cadeirantes se diferenciem ainda mais dos demais alunos dentro da escola, pois perdem a liberdade.
Para que haja inclusão de deficiente físico no ambiente das escolas regulares, se faz necessário não só o profissional de educação física, mas um todo estar se atentando em diagnosticar as barreiras, para que possam ser traçadas metas de correção ao acesso dentro da escola. Degraus não condizem com cadeirantes e quem auxilia estes a ultrapassar tais barreiras devem ser conscientes de riscos, evitando acidentes.
Não tendo nenhum apoio de órgãos vigentes e falta de um profissional que esteja adaptado a este meio social, faz com que os Deficientes Físicos fiquem presos em um mundo com pouca realidade, pois a que eles têm, simplesmente é a de si próprio. Questões estas que dificultam o acesso de cadeirantes em um ambiente escolar se fazem necessário por em pauta como garantia de reconhecimento de seus esforços, pois é de suma importância para todos saberem das dificuldades enfrentadas por cadeirantes, podendo assim visar em uma escala de melhoria, a qualidade de absorção de conhecimento e diminuição de estresse deles, que é causado por falta de acesso, discriminação, preconceito e falta de conhecimento por parte da sociedade que os rodeia.
Nesta perspectiva, as Barreiras Arquitetônicas ainda demonstram estar em fase de transição, sendo modificadas para ter acesso aos poucos e em velocidade mínima, demora, porém no caminho certo.
O presente artigo pretendeu ter um peso social, trazendo um alerta aos órgãos específicos para que haja melhoria da acessibilidade e na atuação de políticas públicas com execução de novos projetos que evidenciem as pessoas com deficiência, tornando-as não só ouvintes, dando a elas o papel principal, para que possa reivindicar seus direitos sem perguntar a quem.
É de extrema importância que se façam estudos de caso com cadeirantes para que se possam criar noções no detalhamento da finalização de uma obra, pois uma construção bem arquitetada trará acesso e uma possibilidade maior de inclusão.
São anos de estudos absorvendo conteúdos teóricos, mas para uma conclusão de qualidade, devemos trazer o nosso conhecimento algo que vale à pena estudar, se aprimorar em idéias que possibilitem uma vivência melhor de um pequeno grupo de pessoas, que pelo fato de serem deficientes físicos, nos trazem pensamentos enriquecedores sobre valorização do ser humano.
Com a evolução de Campo Grande, se faz necessário levantar pontos positivos e negativos no processo de efetivação da acessibilidade dos deficientes e levá-los ao conhecimento de órgãos responsáveis pelo espaço público, para que haja uma melhoria neste processo de inclusão, o que facilitaria e muito, a vida das pessoas com deficiência em meio à sociedade.
O descaso representa a situação vivida pelos deficientes físicos, em que o entrevistado, devido à falta de um acompanhante para levá-lo até escola não concluiu seus estudos e a atual aluna, cadeirante, vem sofrendo em seu trajeto à escola. Sendo relatado pela mãe, que sua filha chega a criar bolhinhas na mão imprimindo força nas rodas da cadeira, portanto, as presenças destas interfaces que os obriga a vivenciar dificultam ainda mais a ter acesso tanto a escola quanto ao conteúdo.
É de suma importância saber das dificuldades enfrentadas por cadeirantes, podendo assim visar melhoras neste aspecto para que as pessoas criem um olhar crítico do mundo a sua volta. Não adiantam sair de casa todos os dias e buscar apenas melhorias para si, pois somos seres humanos capazes de refletir sobre melhores condições de vida para todos. O ato de pensar não só no individual, mas na maneira coletiva, conhecer a realidade desta pequena proporção da sociedade, dos deficientes físicos, traz ganhos valiosos à vida.
Cabe a cada individuo fazer o diferencial.
Referências
ABNT. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 9050. Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos. Rio de Janeiro: ABNT, 2004.
BRASIL. Coletânea da Legislação sobre os Direitos da Pessoa Portadora de Deficiência. 2. ed. revisada e atualizada. Campo Grande-MS: SETASS, 2005. 240p.
BRASIL, CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA. capítulo III. Da educação, da cultura e do desporto. Seção I. Da educação Art. 205. Art. 206. Art. 208.
CIDADE, R. E.; FREITAS, P. S. Educação Física e Inclusão: considerações para a prática pedagógica na escola. Revista Integração. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Especial. Ano14. Edição especial 2002 p.26 – 30.
MANTOAN, M. T. E. Inclusão Escolar: O que é? Por quê? Como fazer? São Paulo: Moderna, 2003.
Rodrigues, D. “A Educação Física perante a Educação Inclusiva: reflexões conceptuais e metodológicas”. Publicado no Boletim da Sociedade Portuguesa de Educação Física,24/25, p.73-81.www.rc.unesp.br/ib/efisica/sobama/sobamaorg/efeInclusaoDavidRodrigues.pdfAcesso em: 23 de Abril de 2009
SASSAKI, R. K. Terminologia Sobre Deficiência na Era da Inclusão. Livro de Weet Vivarta (coord): Mídia e deficiência. Brasília: Andi/Fundação Banco do Brasil, 2003, p.160–165.
SILVA, A. F. et al. A inclusão escolar de alunos com necessidades educacionais especiais: deficiência física. Brasília: Ministério da Educação. Secretaria de Educação Especial, 2006.
WINNICK, J. P; tradução [da 3. ed. original] de LOPES, F. A. Educação Física e esportes adaptados. Barueri, SP: Manole, 2004.
Postado por "GIPA" GRUPO ITINERANTE PENSANDO NA ACESSIBILIDADE às 08:32 Nenhum comentário:
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terça-feira, 20 de março de 2012

Significado de Acessibilidade


s.f. Qualidade do que é acessível, do que tem acesso.
Facilidade, possibilidade na aquisição, na aproximação: a acessibilidade de um emprego.
Postado por "GIPA" GRUPO ITINERANTE PENSANDO NA ACESSIBILIDADE às 09:15 Um comentário:
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A Deficiência Física traz consigo diversas conseqüências, tais como o enfrentamento das barreiras arquitetônicas e a falta de acessibilidade causada por elas. As barreiras arquitetônicas podem ser traduzidas como centímetros intransponíveis do mundo civilizado, acarretando inúmeras dificuldades aos cadeirantes, nos mostrando de fato que por menor que seja o obstáculo, impede-os de ir e vir, tirando-lhes a liberdade nas suas escolhas. O objetivo desta pesquisa foi relatar as barreiras arquitetônicas enfrentadas por dois deficientes físicos cadeirantes, dentro e ao redor de uma escola e contextualizar as principais dificuldades que estes indivíduos vêm enfrentando em seu dia a dia para chegar à escola e às práticas das aulas de Educação Física. Participaram desta pesquisa um ex-aluno e uma aluna atual da referida escola, ambos com deficiência física com os quais foi feita uma entrevista. As barreiras arquitetônicas influenciam a vida deles dentro da escola como ao seu redor, devido à presença de degraus e meio fios sem rampas, junto às imperfeições das calçadas, causam transtornos maiores, impedindo-os de almejar futuros prósperos.Com isso, antes de conhecer as adaptações cabíveis em relação à prática da Educação Física, é importante conhecer as limitações resultantes de cada tipo de deficiência, de forma a perceber as necessidades específicas do aluno e atendê-las corretamente, devendo então saber mais sobre eles para atingir o objetivo das aulas no decorrer do ano. O ambiente escolar se apresenta um tanto não acolhedor em termos de acesso no espaço físico, porém de receptividade inquestionável, demonstrando que com dedicação de todos, à inclusão deixa de ser mito e se torna realidade. Com o intuito na ampliação do conhecimento, o ato de pensar na maneira coletiva, conhecendo a realidade desta pequena proporção da sociedade, dos deficientes físicos, traz ganhos enriquecedores à vida.

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Associação de Assistência à Criança Defeituosa - AACD

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Associação Basileira dos Portadores de Síndrome da Talidomida - ABPST

Associação dos Deficientes Visuais e Amigos - ADEVA

Associação Desportiva para Deficiente - ADD

Associação de Famílias e Pessoas Portadoras de Paralisias Cerebral - Caminhar

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Criatividade na Educação de Deficientes Mentais com o uso de Softwares Educativos

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Acessibilidade: “direito legal” de ir e vir Pensar em acessibilidade significa valorizar a diversidade humana e respeitar os direitos inerentes a todo cidadão, promovendo a igualdade social. É se colocar no lugar do outro que apenas quer desenvolver suas atividades da melhor forma possível, sem constrangimentos ou reclamações. Hoje abordaremos o conceito de acessibilidade proposto pelo Decreto nº 5.296 e as principais leis relacionadas à temática. A Constituição de 1988, visando à garantia de direitos humanos, trata também da temática da acessibilidade em seus artigos 227, § 1º, II, e § 2º, e art. 244, porém não traz a perspectiva de igualdade social relacionada a transporte público, ao acesso a informação e serviços. Aborda-se apenas a supressão de barreiras físicas. Em 1989 foi criada a Lei nº 7.853 que trata da acessibilidade a edifícios, logradouros e transportes, enfatizando o direito da pessoa com deficiência a saúde, a profissionalização, educação, e emprego. Já em 1999 surge o Decreto n° 3.298/99 que regulamenta o acesso a todos os serviços e aos meios de comunicação. Em 2000 editou-se a Lei nº 10.048 que versa sobre o tratamento prioritário das pessoas com deficiência, idosos, gestantes, lactantes, pessoas com crianças de colo, em instituições públicas, como também sobre a acessibilidade física a edifícios, vias públicas, e aos transportes públicos. Nesse mesmo ano a Lei nº 10.098 traz o conceito de acessibilidade, de barreiras (classificando-as em categorias), de pessoa portadora de deficiência ou mobilidade reduzida, de urbanização, de mobiliário urbano e de ajuda técnica. Mais tarde essas duas leis do ano 2000 são regulamentadas por meio do Decreto nº 5.296 de 2 de dezembro de 2004 (Lei da Acessibilidade) que estabelece as normas gerais para a promoção da acessibilidade às pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida, por meio de alterações /ou supressão das barreiras e obstáculos nos ambientes públicos, nas cidades, nos meios de transportes e na comunicação. Essa Lei apresenta questões essenciais como a implementação da acessibilidade arquitetônica e urbanística, na habitação, nos bens culturais imóveis, nos serviços de transportes coletivos, em relação à informação e à Comunicação. Entre os principais conceitos deste Decreto, encontra-se o da acessibilidade (Artigo 8º) que é: “condição para utilização, com segurança e autonomia, total ou assistida, dos espaços, mobiliários e equipamentos urbanos, das edificações, dos serviços de transporte e dos dispositivos, sistemas e meios de comunicação e informação, por pessoa portadora de deficiência ou com mobilidade reduzida” (BRASIL, p. 05, Brasília, DF. 2004). Outro documento que fala sobre direitos das pessoas com deficiência relacionando com os direitos humanos é a Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência da ONU, estabelecida no Brasil por meio do Decreto nº 6.949/2009. A Convenção apresenta a acessibilidade como um dos seus oito pontos norteadores. Além de detalhar o conceito de acessibilidade em seu artigo 9º, destacando o que os Estados Partes devem fazer em seus espaços físicos. Trazendo essa temática para o município de João Pessoa-PB, também encontramos algumas normas. Entre elas citaremos a Lei nº 6.812 de 05 de novembro de 1991 que assegura o acesso de pessoas com deficiência física a cinema teatros e casas de espetáculos. A lei nº 7.170 de 23 de novembro de 1992 que regulamenta os direitos garantidos na lei orgânica municipal às pessoas com deficiência, dos seus artigos 29º a 39ª, abordando questões de supressão de barreiras em calçadas e edificações, transporte público, estacionamento de veículos, instalação de semáforos sonoros, entre outros. E a lei do estado da Paraíba nº 7.714 de 28 de dezembro de 2004 que estabelece normas e critérios gerais para a acessibilidade de pessoas com deficiência. Diante desse arcabouço legal, percebe-se que há leis que garantem a supressão de barreiras tanto a nível mundial, como a nível local. Por isso, devemos refletir, elaborar propostas e fiscalizar o que realmente está sendo feito para o cumprimento dessas leis em espaços do controle social, visando a melhoria das condições de vida, tanto para as pessoas com deficiência como para a população em geral.

Acessibilidade é um "bom negócio" De acordo com o CENSO IBGE 2000, quase 25 milhões de brasileiros têm pelo menos 01 (uma) deficiência. A cidade de São Paulo é a que detém o maior número de pessoas com deficiência que utilizam computadores e internet. As questões de inclusão social estão intimamente ligadas não só ao acesso das pessoas com deficiência à Internet e tecnologias de informação, mas também ao acesso das pessoas com baixa renda e escolaridade. A PRODAM, como desenvolvedora de soluções, contribui para que muitos cidadãos possam ter acesso a cada vez mais serviços públicos. Pode-se então concluir que a Acessibilidade é, simultaneamente: - uma necessidade cada vez maior das pessoas com deficiências; - uma estratégia de negócio, pois amplia consideravelmente o público alvo; - uma questão de justiça social; - Sintonia com políticas públicas; - uma adequação às nossas leis; - uma adequação às diretrizes internacionais.

Eis algumas características das adaptações que devem ser feitas em edifícios, nos casos de instalações pré-existentes: - As portas devem ter um mínimo de 0,80 m de vão livre. - As portas devem ser de fácil abertura e as maçanetas devem ser do tipo alavanca. - Deve existir uma área resistente ao impacto eventualmente provocado por bengalas e cadeiras de roda. - Portas de áreas confinadas, tais como de banheiros, devem ter uma área livre de aproximação de 0,60 m. A Lei Federal nº. 10.048, de 8 de novembro de 2000, que dispõe sobre o atendimento e a acessibilidade das pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida, é muito clara até em certos pormenores. Acesse o texto da Lei, entrando no site do CEDIPOD. ACESSO MAIS AMPLO No entanto, COMO VIMOS, acessibilidade não está relacionada apenas a ambientes físicos. O que temos feito e conseguido? PRODAM e CERTIC O PRODAM, do Brasil e o CERTIC - Centro de Engenharia de Reabilitação em Tecnologias de Informação e Comunicação, de Portugal, por exemplo, mantêm sites de alto interesse, que poderão ajudar você a caminhar com segurança no sentido do pleno acesso ao mundo dos computadores. Associação Brasileira de Acessibilidade - ABRA Para conhecer normas, legislação, treinamento, consultoria, softwares, testes e ainda ter acesso a outros sites, por meio de links selecionados, acesse a seguinte URL: http://www.acessibilidade.org.br. Trata-se da Associação Brasileira de Acessibilidade. Seus objetivos involvem orientações para intervenções, conscientização, promoção de treinamentos, desenvolvimento de ferramentas e execução de ações destinadas a eliminar barreiras e promover acessibilidade das pessoas com deficiência aos espaços virtuais, tais como sites na Internet, telecomunicações, softwares e outros meios. Atenção para isto: Se você inscrever seu e-mail no site da Associação Brasileira de Acessibilidade passará a receber notícias sobre vários cursos, inclusive para "webdesigner", por exemplo. Acessibilidade Brasil A Acessibilidade Brasil é uma sociedade civil constituída por especialistas de diversas áreas, que expressam seu apoio e desenvolvem projetos em favor da inclusão social e econômica das pessoas com necessidades especiais, basicamente na área de acessibilidade. No site por ela mantido na Internet você poderá encontrar tópicos interessantes, como, por exemplo, definição de acessibilidade, princípios adotados, lei de acessibilidade, desenho universal, recomendações da W3C e a visão dos cegos. A Acessibilidade Brasil lança a grande pergunta que faz com que cada um de nós raciocine um pouco: meu site é acessível? Não deixe de acessar e veja artigos, entrevistas, eventos, notícias, palestras e matérias da imprensa - tudo a respeito de acessibilidade. O site fala também sobre o primeiro avaliador de acessibilidade em português para sites na WEB: Da Silva. URL: http://www.acessobrasil.org.br Associação Brasileira de Nomas Técnicas As normas de acessibilidade estabelecidas pela ABNT, relacionadas a pessoas com deficiências, são as seguintes: NBR-9050 - Acessibilidade de pessoas com deficiência a edificações, espaço, mobiliário e equipamento urbanos (em processo de revisão). NBR-14020 (dez-97) - Transporte - Acessibilidade da pessoa com deficiência a trens de longo percurso. NBR-14021 (dez-97) - Transporte - Acessibilidade da pessoa com deficiência a trens metropolitanos. NBR-14022 (dez-97) - Transporte - Acessibilidade da pessoa com deficiência a ônibus e trolebus, para atendimento urbano e intermunicipal. NBR - 14273 - Acessibilidade da pessoa com deficiência a transporte aéreo comercial. NBR-13994 (aprovada em 2000) - Elevadores para transporte de pessoas com deficiência. Para aquisição dos textos dessas Normas, os interessados devem dirigir-se à: ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas, através do Site - http://www.abnt.org.br Se isso for difícil para você, escreva ou vá aos seus escritórios: No Rio de Janeiro Av. Treze de Maio, 13 - 28° andar 20003-900 - Rio de Janeiro - RJ Em São Paulo Av. Paulista, 726 - 10º andar Edifício 5ª Avenida 01310-100 - São Paulo - SP Saiba Mais a Respeito de Acessibilidade Na Internet, só na língua portuguesa, temos um rol de 450.000 sites sobre acessibilidade no Google. A fartura desse tema demonstra bastante bem a importância de que ele se reveste na vida das pessoas. Consulte, a título de exemplo: - www.prodam.sp.gov.br/acess - www.intervox.nce.ufrj.br - www.mj.gov.br/sedh/ct/CORDE/dpdh/corde/normas_abnt.asp

ACESSIBILIDADE PLENA

ACESSIBILIDADE PLENA
Importante A acessibilidade é uma condição básica para a inclusão social das pessoas com deficiências ou que tenham necessidades especiais. Numa sociedade em que cada vez mais estamos utilizando modernas tecnologias de informação e de comunicação para estudarmos, informar-nos, trabalharmos e entreter-nos, acaba sendo prioritário para todos garantir a acessibilidade plena, inclusive para a Internet. De outra parte, ao projetar os espaços, os planejadores devem pensar em todas as condições de acessibilidade, sendo mais específicos os problemas de acessibilidade e utilização de equipamentos por parte das pessoas que usam cadeiras de rodas. Ao executar ou adaptar um projeto, seus construtores não podem deixar de considerar, por exemplo, condições antropométricas específicas destes usuários, já que a cadeira de rodas impõe limites à movimentação e também ao alcance manual e visual de seus usuários.

Categoria - Cartilha de Acessibilidade nas Calçadas.

  • Introdução - Cartilhas de acessibilidade nas calçadas.
  • Faixa de acesso - Cartilhas de acessibilidade nas calçadas.
  • Faixa Livre - Cartilha de acessibilidade nas calçadas.
  • Obstáculos permitidos por Decretos! - Cartilha de acessibilidade nas calçadas.
  • Pisos Inadequados - Cartilha de acessibilidade nas calçadas.
  • O Plano Emergêncial de Calçadas (PEC) - Cartilha de acessibilidade nas calçadas.
  • *CEPAM - Cartilha de acessibilidade nas calçadas.
  • *ABCP - Cartilha de acessibilidade nas calçdas.

SITES INTEREÇANTE

  1. Palestra inclusão escolar | umamaeespecial.com

    www.umamaeespecial.com/
    Palestras para escolas com o treinamento e orientação...
  2. Plataformas Elevatórias - Equipamentos para acessibilidade.

    www.daiken.com.br/
    Alta qualidade. Prazos reduzidos.

Resultados da pesquisa

  1. Acessibilidade Brasil - Página inicial

    www.acessobrasil.org.br/
    ... dos princípios de acessibilidade, na área digital, visando a inclusão social e ... adequação e construção de sites acessíveis, com vistas à equiparação de ...
    Dicionário de Libras - Tradutor Português x LIBRAS - Desenho universal - Cursos
  2. Acessibilidade Legal - Web Padrões - WCAG - Tecnologias Assistivas

    www.acessibilidadelegal.com/
    Artigos sobre acessibilidade web e desenvolvimento de sites acessíveis: W3C, WAI, WCAG, padrões web e tecnologias assistivas.
  3. acessibilidade - Euroacessibilidade

    www.euroacessibilidade.com/aceder/acessibilidade.htm
    Logo: a dizer sites de Acessibilidade em que cada letra está representada por uma bandeira. Ir para sites de design universal · Ir para sites de tecnologia ...
  4. Vídeo - Acessibilidade Web: Custo ou Benefício? - Acesso Digital

    acessodigital.net/video.html
    Ao selecionar os sites que seriam utilizados, levamos em conta: a variedade dos problemas de acessibilidade; a clareza com que esses problemas poderiam ...
  5. Tudo Sobre Acessbilidade | Acessibilidade | Artigos sobre ...

    www.easylogics.com › Artigos › Acessbilidade
    Descubra de que forma a acessibilidade pode afectar e melhorar o seu negócio online. No fim da década de 90 a maior parte dos sites eram constituídos por ...
    Você visitou esta página 2 vezes. Última visita: 25/05/08
  6. Dez testes rápidos para checar a acessibilidade ao seu web site

    www.maujor.com/tutorial/acessibilidade/tentest.php
    7 mar. 2005 – Como checar seu web site para acessibilidade? Existem alguns testes básicos que você poderá fazer com a finalidade de verificar os itens ...
  7. Sites Interessantes

    www.rinam.com.br/links.php
    Sites sobre acessibilidade ... nas mais diversas áreas para tratarem de assuntos relacionados à acessibilidade. ... Dicas e notícias sobre acessibilidade e web.
  8. Acessibilidade - Centro de Referências Faster

    www.crfaster.com.br/acess.htm
    Se você inscrever seu e-mail no site da Associação Brasileira de Acessibilidade passará a receber notícias sobre vários cursos, inclusive para "webdesigner", ...
  9. Introdução à Acessibilidade Web

    www.netfolio.pt/w3c/WAI_intro_acessibilidade
    Actualmente, a maioria dos Web sites e do software Web têm barreiras de acessibilidade que dificultam ou impossibilitam a utilização da Web por parte de ...
  10. Acessibilidade, Inclusão Social e Direitos Humanos | Bengala Legal

    www.bengalalegal.com/
    Site sobre acessibilidade, inclusão social e direitos humanos: artigos, pessoas ... Este site tem como conteúdo principal artigos sobre acessibilidade, inclusão ...
  11. Consulte resultados traduzidos do inglês para:
    SITES SOBRE ACESSIBILIDADE (SITES FOR ACCESSIBILITY)

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BARREIRAS

BARREIRAS
A realidade das barreiras arquitetônicas As barreiras arquitetônicas influenciam a vida de todos, uns mais, outros menos, e no caso dos deficientes físicos, especificamente os cadeirantes, este tipo de transtorno é bem maior, chegando a impedi-los de almejar futuros prósperos. Em entrevista a dois cadeirantes que tem conhecimento da escola observada, obtivemos relatos que intensificam ainda mais a necessidade de mudança. O cadeirante entrevistado apresenta distrofia muscular progressiva, que com ausência de movimento causa um aumento da atrofia (fig.1.). Parou de estudar na quinta série do ensino fundamental, devido falta de alguém que pudesse auxiliá-lo a levar na escola.ente se capaz de realizar várias tarefas e o ambiente que o rodeia é amigável, gosta de desenhar e em seus poucos anos que conviveu dentro da escola nos relatou que teve dificuldades em se manter estudando. Dentre as dificuldades apontadas por ele, uma foi à falta de companheirismo que o levasse e que em dias de chuva e ausência de asfalto, era obrigado a ficar em casa ou enfrentar ruas enlameadas, tombos e quebra da cadeira de rodas em seu trajeto para a escola. Nas aulas de Educação Física disse que o profissional o entendia muito bem, sabendo aceitar suas limitações, porem a acessibilidade dentro da escola não condizia com suas reais necessidades. Segundo a Norma Brasileira 9050 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT/NBR 9050, 1994), propondo acessibilidade no ambiente construído, proporcionam condições de mobilidade, com liberdade e confiança, suprindo as barreiras arquitetônicas e urbanísticas das cidades, dos edifícios, dos meios de transporte e de comunicação. E não se limitando somente ao ambiente construído, devido a Constituição Brasileira artigo 208 afirmando que é garantido o atendimento educacional aos portadores de deficiência, preferencialmente, na rede regular de ensino. Para tanto, seus relatos nos mostraram que mudanças foram feitas ao longo dos anos, mas ainda não retrata com o que a lei afirma. Fato é que a escola esta aberta a todos, porém o núcleo que a integra não se apresenta capacitado a receber alunos deficientes. Relatos a seguir, junto a fotos nos dizem as condições existentes hoje. A cadeirante entrevistada apresenta paralisia cerebral, não sabendo se foi desde o nascimento ou pelo fato de ter sido internada com parada respiratória aos dois meses de vida, ainda na incubadora. Uma criança com inúmeras barreiras a ultrapassar.o transpor das ruas até a escola observamos as inúmeras dificuldades que a entrevistada tem de superar para que tenha uma educação escolar. Em seu trajeto até a escola percorre caminhos de pedra solta (fig.2), adentra asfalto sem calçada, e a falta de rampas ao acesso de algumas, sendo obrigada a enfrentar motoristas que pouco demonstra respeito, (fig.3.). Fig.3. Falta de calçada, percurso feito pela rua. Notamos dentro da escola pouca adaptação ao deficiente físico, hostilizando assim sua presença, ou seja, o ambiente não é acolhedor em termos de acesso no espaço físico, como mostra as figuras 4, 5 e 6 a seguir. O acesso a quase todos os locais da escola é feito por meio de degraus.

A dura realidade dos cadeirantes nas ruas do Brasil

A dura realidade dos cadeirantes nas ruas do Brasil
Acessibilidade significa não apenas permitir que pessoas com deficiências ou mobilidade reduzida participem de atividades que incluem o uso de produtos, serviços e informação, mas a inclusão e extensão do uso destes por todas as parcelas presentes em uma determinada população. Na arquitetura e no urbanismo, a acessibilidade tem sido uma preocupação constante nas últimas décadas. Atualmente estão em andamento obras e serviços de adequação do espaço urbano e dos edifícios às necessidades de inclusão de toda população. No Brasil, a acessibilidade ainda tem muito o que evoluir, principalmente nas ruas das cidades. A maioria delas não são projetadas para cadeirantes, sem rampas ou uma esrutura adequada para que a cadeira possa se mover perfeitamente. Muitos ônibus também não são adaptados, fora as pessoas que não respeitam as vagas para deficientes. Grande parte das calçadas estão danificadas, ou são de terra. Isso não acontece somente em pequenas ou médias cidades, e sim em todas. A realidade é que estamos muito longe de que as pessoas com mobilidade reduzida, não só cadeirantes, mas deficientes visuais, até mesmo idosos, possam caminhar nas ruas com calma e tranquilidade, sem risco de se machucarem.

ONDE ESTÃO OS RESPONSAVEIS ?

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RUA 2 COM A TEOFILO T RESENDE

RUA 2 COM A TEOFILO T RESENDE
AQUI NÃO TEMOS RAMPAS EM NENHUM DOS LADOS E A ÚNICA QUE TEM É ESSA QUEBRADA QUE NEM ME DA O ACESSO ATÉ O PONTO DE ONIBUS TENHO QUE PEDIR AJUDA AS PESSOAS O BAIRRO AQUI É CAMPO GRANDE EM FRENTE AOS PRÉDIOS DA CDHU

Rua 15 de novembro esquina com Antonio Afonço

Rua 15 de novembro esquina com Antonio Afonço
Tem RAMPA DE UM LADO E DO OUTRO NÃO
http://youtu.be/7BzHf3mRILE

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